sexta-feira, 20 de julho de 2012

Descoberto planeta a 33 anos-luz da Terra

Telescópio da Nasa detecta planeta alienígena a 33 anos-luz da Terra


Um planeta alienígena, que tem apenas dois terços do tamanho da Terra e é considerado um dos menores já registrados pelos cientistas, foi detectado pelo telescópio espacial Spitzer, da agência espacial americana (Nasa).

Ilustração do candidato a exoplaneta UCF-1.01,
 encontrado pelo telescópio Spitzer, da Nasa. Créditos: Nasa/Reuters
Uma ilustração dele foi divulgada nesta quarta-feira (18) pela instituição dos Estados Unidos. 

Conhecido como UCF-1.01, o candidato a exoplaneta orbita uma estrela chamada GJ 436, localizada a 33 anos-luz de distância. A identificação de planetas próximos ao Sol, e pequenos, auxiliam nas pesquisas para encontrar, um dia, um exoplaneta parecido com a Terra e que seja habitável aos seres humanos. 

Atualmente, são conhecidos mais de 700 exoplanetas. A contagem começou em 1995, quando o primeiro planeta a girar ao redor de uma estrela diferente do Sol foi desvendado. 

Voo teste da cápsula Órion

Voo teste da Nasa com cápsula Orion é bem-sucedido

A Nasa (agência especial norte-americana) completou com sucesso na última quarta-feira, 18, um voo com a cápsula Orion. Bem-sucedido, o teste realizado sobre o deserto do Arizona, nos EUA, é uma preparação para o voo orbital teste programado para 2014. 

O objetivo é fazer com que a nave leve astronautas para o chamado "espaço profundo", regiões do universo nunca exploradas pelo homem, com segurança no lançamento e no retorno à Terra. A cápsula é a provável sucessora dos ônibus espaciais, aposentados em julho de 2011. 

Uma aeronave C-17 levou a versão de teste da Orion até uma altitude de 7.500 metros sobre o Arizona. Depois, a cápsula que imita a original em tamanho e formato desceu à superfície a uma velocidade de 7,62 m/segundo, bem abaixo da velocidade prevista para o pouso, chegando intacta ao deserto. 

A principal preocupação dos engenheiros aeroespaciais que trabalham na Orion era verificar se o sistema de pouso, que utiliza cordas para controlar a abertura dos paraquedas, funciona corretamente. O maior temor era que três dos paraquedas principais inflassem ao mesmo tempo caso uma das cordas fosse acionada, o que não ocorreu. 

A Nasa espera lançar uma cápsula Orion do Cabo Canaveral, na Flórida, para a Voo de Exploração Teste-1. Espera-se que, durante a missão, a nave consiga percorrer 15 vezes a distância até a Estação Espacial Internacional (ISS). 

Astronews

Animação da missão Voyager

O Homem foi mesmo para Lua?

Aqui teremos uma publicação do site: http://zeca.astronomos.com.br/ que demonstram como é verídica a ida do homem na lua.


A Fraude da Fraude do Século

O desmantelamento de uma ideia muito furada

"A mentira roda meio mundo antes da verdade ter tido tempo de colocar as calças." (Winston Churchill)
"O homem está sempre disposto a negar aquilo que não compreende." (Luigi Pirandello)


Vamos, aqui, analisar cada afirmação feita na página A Fraude do Século e mostrar inequivocamente que ela está totalmente errada nas suas afirmações. Obviamente é necessário um pouco de inteligência pois tudo se baseia na natureza e esta pode apresentar pequenas ilusões as quais o autor não entendeu (por incapacidade intelectual) ou deturpou (por malícia) em benefício de suas idéias erradas. Creio que a maioria da população tem esta capacidade intelectual ou mesmo não tendo será capaz de acompanhar os raciocínios aqui desenvolvidos pois eles serão fartamente explicados e exemplificados.

Boa leitura!

Hoje completam 43 anos da ida do homem à lua


Computador da Apollo 11


O salto que a humanidade deu há exatos 43 anos ocorreu no tempo previsto pela Nasa. Mas o pequeno passo para o homem, não. Eram 23h56 de 20 de julho de 1969 quando Neil Armstrong empreendeu o derradeiro movimento que o levou do último degrau da escada do módulo para a superfície da Lua. A transmissão das imagens do astronauta saltitando pelo satélite natural não representou apenas a soberania espacial dos Estados Unidos, a concretização da profecia de John F. Kennedy proferida oito anos antes e todos os avanços científicos resultantes do programa Apollo. Os registros daqueles momentos mostraram a todos quão longe o ser humano poderia chegar com computadores inferiores ao celular que você tem no bolso hoje. Armstrong e Buzz Aldrin sabiam disso. E não puderam nem pensar em cumprir a programação, de tão extasiados que estavam por terem pousado em segurança. Em vez de dormirem após a aterrissagem e deixarem a nave apenas às 3h16 do dia 21, eles resolveram iniciar logo a próxima fase da missão.
Assassinado em 1963, o presidente americano John F. Kennedy não pode acompanhar a conquista da Lua. Mas todos sabiam que o impulso inicial daquela viagem partiu dele. Em plena Guerra Fria, os Estados Unidos estavam perdendo em importante batalha para a União Soviética: a corrida espacial. Em 1957, os soviéticos chocaram o resto do mundo ao mandar ao espaço o primeiro satélite artificial, Sputnik 1, e a cadelinha Laika. No dia 12 de abril de 1961, mais um revés para os americanos: o cosmonauta russo Yuri Gagarin se tornou o primeiro homem a orbitar a Terra. Por isso, quando Kennedy anunciou o objetivo de enviar uma missão tripulada à Lua até o fim da década de 1960, poucos acreditaram que o intento se confirmaria - e que os soviéticos não chegariam lá antes.
"A chegada do homem à Lua representou um esforço científico e tecnológico que, na época, ninguém imaginava possível", relata José Monserrat Filho, chefe de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB) e professor de Direito Espacial.
Em uma mensagem especial ao congresso americano no dia 25 de maio de 1961, Kennedy expôs a relação entre os avanços soviéticos e o novo objetivo de seu país. "Se nós queremos vencer a batalha que está acontecendo ao redor do mundo entre a liberdade e a tirania, as dramáticas conquistas no espaço nas últimas semanas devem deixar claro para todos nós, assim como o fez Sputnik em 1957, o impacto dessa aventura nas mentes de homens de todos os lugares que estão decidindo que caminho eles devem seguir", alertou o presidente.
"Eu acredito que esta nação deva se comprometer em atingir o objetivo, antes que esta década termine, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta a salvo para a Terra. Nenhum projeto espacial será mais impressionante para a humanidade ou mais importante para a exploração do espaço a longo termo; e nenhum será tão difícil e caro para realizar. Não será apenas um homem indo para a Lua - se isto se confirmar, será uma nação inteira. Porque todos nós precisamos trabalhar para colocar ele lá".
Oito anos depois do discurso, Armstrong fincou a bandeira americana na superfície lunar, em uma missão chamada Apollo 11. Esse desfecho só foi possível devido à disputa com os russos, que incrementou o investimento e o empenho dos EUA para alcançar tal feito. "O objetivo principal não era estudar a Lua, e sim mostrar seu poderio tecnológico e político e provar para a União Soviética a sua liderança na corrida espacial", explica Monserrat.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tempestade Geomagnética


Tempestade geomagnética atinge nível 6 e já dura mais de 40 horas





Notícia do dia 16/07/12


   A intensa tempestade solar que atingiu a Terra na tarde de sábado continua em atividade e produziu auroras nas regiões de latitudes elevadas ao norte e sul do equador. No domingo o índice KP chegou a atingir o nível 6 por três vezes e causou blecautes de radiopropagação em bandas de baixa frequência.




Aurora Boreal
Clique para animar

A ejeção de massa coronal (CME) chegou a Terra por volta das 17 horas de sábado (14/07) e foi causada por uma forte explosão solar ocorrida na tarde do dia 12 de julho na região da mancha solar ativa AR 1520 O evento chegou a atingir a classe X1.4 no espectro de raios-x e teve seu efeito potencializado pelo fato de a mancha estar voltada em direção à Terra, bombardeando diretamente o planeta.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

"Curiosity" está prestes a pousar em Marte


 Após quase 9 meses, nave Curiosity está prestes a pousar em Marte 


   Caso queira antes de conferir esta notícia, já temos um "ARTIGO"*postado sobre Marte e no fim deste tem uma reportagem sobre o envio da nave Curiosity.  *Marte reaproxima olhares da NASA


   Em três semanas, os engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês), da agência espacial americana Nasa, estarão assistindo ao tão esperado pouso do robô Curiosity em Marte.
 


   O projeto completará 10 anos e 2,5 bilhões de dólares, incluindo o trabalho de cinco mil pessoas em 37 estados diferentes. Além disso, a quase 248 milhões de km de casa, o destino da mais ambiciosa máquina já enviada ao espaço por humanos tocará o solo do planeta vermelho por sete minutos. 

Imagem ilustrativa da Curiosity